Fachada da sede da EBC em Brasília.
A decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de colocar o Ministério das Comunicações na barganha partidária e entregá-lo ao União Brasil, partido que abriga quadros de direita e até de extrema-direita, desagradou profundamente os profissionais e movimentos pela comunicação democrática no Brasil. A notícia, a ser confirmada, será uma grande decepção com o governo Lula, antes mesmo de tomar posse.
Na noite de ontem, foi divulgado manifesto com duras críticas a essa mudança, que retirou o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) do comando das Comunicações. Segundo o manifesto, a combinação das propostas com um nome comprometido com esse programa progressista poderia ajudar o Brasil a enfrentar um legado de omissão nessa área, o que favoreceu o golpe contra Dilma Rousseff e a ascensão do bolsonarismo.”Se queremos enfrentar o fascismo, não podemos abrir mão da disputa da comunicação. E isso significa manter o Ministério das Comunicações no campo progressista”, diz a nota.
O jornalista Luís Nassif publicou: “A entrega do Ministério das Comunicações ao União Brasil é de uma burrice histórica. Só pode ser s síndrome de Estocolmo.” (Com informação do 247)
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