.Por Marcelo de Mattos.
A naturalização da desigualdade social, discriminando seres humanos por categorias, conforme a posição econômica é uma herança da escravidão, onde se considera “normal, aceitável ter ‘gente’ de um lado e ‘subgente’ de outro” (Jessé Souza).
A desigualdade socioeconômica e racial aumenta o risco de morte da população negra menos escolarizada e com renda mais baixa. Hoje, são 13,5 milhões na extrema pobreza; 31 milhões sem água potável, 74 milhões sem esgoto, 12 milhões compartindo um quarto, 25 milhões com um banheiro para 10 pessoas e 6 milhões sem banheiro.
A dimensão do processo histórico e político do racismo estrutural no Brasil são acentuados pela pandemia: 54,8% dos negros morreram nos hospitais vítimas da Covid-19, contra 37,9 de brancos. De cada 100 mil pessoas no Brasil morrem 6 vezes mais nas favelas que nos bairros privilegiados, impactos decorrentes dos piores índices sociais e de saúde apresentados.
Na cidade de São Paulo, o risco de morte entre negros com menos de 60 anos é o dobro dos brancos da mesma faixa etária onde a diferença entre distritos com maior e menor taxa de mortalidade é 5,7 vezes maior nos mais pobres.
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