.Por Eduardo de Paula Barreto
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O tirano tem bolso largo
Cheio de sementes do mal
As quais causam estragos
Quando caem no quintal
Do povo de bom coração
Que se entrega à sugestão
Que ele usa para dominá-lo
E os direitos que são poucos
Saltam para fora do bolso
Porque o povo tem bolso raso.
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Quando elevamos alguém
À condição de nosso guia
Tornamo-nos todos reféns
Das suas várias ideologias
Que podem nos transformar
Em pessoas aptas a amar
Ou em gente macabra
Tudo depende do objetivo
Que tal guia tenha escondido
Nas entrelinhas das palavras.
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Todos nós temos
Um lado perverso
Que compete sem vermos
Com o lado excelsior
E se sobressai
Aquele que mais
Recebe estímulos
Então fiquemos atentos
Ao que pomos dentro
Do nosso espírito.
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Fingindo combater o mal
Dê armas ao povo
E em nome da moral
Estimule o ódio entre todos
Precarize o trabalho
Deixe a saúde em frangalhos
E destrua a economia
E assim talvez fique feliz
Ao ver que transformou o País
Numa bolsa de colostomia.
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22/11/2018
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