Com a aprovação da Reforma Trabalhista recentemente e a queda das fiscalizações, o Brasil dá sinal verde para a exploração do trabalho escravo e infantil.
Procuradores do Trabalho em vários estados receberam informação de que as Superintendências Regionais do Trabalho estariam praticamente paradas devido ao contingenciamento de recursos e sem condições de fazer a fiscalização.
Segundo dados parciais da Comissão Pastoral da Terra (CPT), as operações do grupo móvel de combate ao trabalho fiscalizaram apenas 44 estabelecimentos nos primeiros seis meses deste ano, um número aquém comparado aos últimos dez anos, durante os governo Lula e Dilma, quando a média foi de 300 fiscalizações no semestre.
O procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury, cobrou do ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, a manutenção das fiscalizações de combate ao trabalho escravo e ao trabalho infantil em todo o Brasil. Em reunião realizada nesta quarta-feira (26), marcada a pedido de Fleury, o ministro afirmou só ter recursos garantidos até o mês de agosto.
(foto ricardo stuckert) A cinco dias do segundo turno, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) estará…
(foto gustavo de freitas - divulgação) As experiências de quem cresce entre culturas diferentes, os…
Detalhe de obra do artista João Botas (foto divulgação) “O que pode o artista diante…
(foto fernanda sunega - arquivo pmc) Campinas recebe nesta quarta-feira, 21 de outubro, às 19h,…
(imagens reprodução) Um debate eleitoral para presidência da República sem checagem ao vivo sobre a…
(imagem divulgação) No dia 22 de outubro (quinta-feira), às 20h, o Auditório da ADunicamp recebe…