Fidel morreu…
Foi-se o mais belo e doce sonhador, um homem de pecados, não um Deus, que fez de sua ilha a sua flor, transcendendo em perfume a seu adeus.
Foi-se Fidel, o homem que plantou um mundo justo, pra germinar gentil na sociedade essa dignidade sem ter custo que só se aprende em meio à igualdade.
Morreu o homem que enfrentou gigantes, não se curvou aos grandes fariseus, sobreviveu num mar de ignorantes; Fidel, a história já te absolveu!
Como um humano, enfim morreu fiel a toda a imperfeição da humanidade, se no hay Cuba libre, na verdade, seria escravizada sem Fidel! Pois liberdade era a sua crença e foi pela justiça o seu caminho que, fielmente, percorreu sozinho num mundo onde a mentira é a sentença.
Fidel morreu…
Foice e martelo, ergam-se nos ares pra celebrar a vida de Fidel, semear outras ilhas, noutros mares e tirar teorias do papel!
Fidel viveu a vida que queria e é lindo o horizonte que alcançou! E ele espera por nós na Utopia, que ”La Revolución” só começou!
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