Dois globos da morte ocupam uma sala tomada por itens que fundem memória e colecionismo consumista.
A instalação, um inventário simbólico de uma cultura prestes a desabar, apresenta um ambiente visitável para os públicos, revestido de prateleiras de aço que sustentam cerca de 1.500 peças selecionadas a partir das categorias cotidiano, morte, luxo e ancestralidade.
Em um primeiro momento, o ambiente está intacto revelando seus objetos. No último dia 4 de outubro, às 20h, uma dupla de motoqueiros circulou no interior dos globos de aço de modo contínuo, até que os objetos expostos caíssem e se quebrassem. No episódio, a maioria dos objetos permaneceu no lugar.
A intenção, segundo Nuno Ramos, é que a dupla de motoqueiros volte a circular nos globos no último dia de exposição da instalação. Mais informações no Portal do Sesc. (Carta Campinas com informações de divulgação)
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