O diretor científico do Vital Brazil, Cláudio Maurício de Souza, disse que a expectativa é que o soro funcione da mesma forma que o soro antirábico. “A ideia é que, uma vez sendo administrado em um paciente com o vírus Zika, ele [o soro] vai reconhecer as partículas virais, vai se ligar na capa protetora dessas partículas promovendo a sua inativação”.
“A gente acredita que esse soro vai ser uma ferramenta terapêutica bastante útil, que vai ajudar bastante na proteção da gravidez das mulheres no Brasil”, disse o diretor.
De acordo com o presidente do instituto, Antônio Werneck, uma vez aplicado o soro em grávidas, tão logo seja confirmado o diagnóstico da doença, poderá evitar que o vírus entre em contato com o feto e evitar a microcefalia, uma malformação que afeta o tamanho adequado da cabeça do recém-nascido. O Ministério da Saúde confirmou 230 casos de microcefalia no país causados pelo vírus Zika.
O vírus Zika é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue. Os sintomas geralmente desaparecem espontaneamente em até sete dias.
A doença se assemelha com a dengue por ter sinais semelhantes, como febre, manchas pelo corpo com coceira, dor de cabeça e nas articulações, enjoo e dores musculares. Em alguns casos, o paciente pode apresentar olhos vermelhos.
Antes de chegar para uso humano, o soro será testado em animais. (Agência Brasil/Alana Gandra
Espaço no campus reúne coworking, cafeteria e atendimento financeiro em ambiente aberto à comunidade acadêmica…
Stacy Odara (imagem belíssima cassa de odara) A Sala dos Toninhos recebe nesta quinta-feira 12…
(foto brendo trolesi - divulgação) A peça “Belmira” chega ao palco do Sesc Campinas na…
(foto divulgação) No domingo, 15 de março, o espaço Paulistânia Desvairada, em Campinas, promove uma…
(foto senado federal) Uma vitória da ciência e da autonomia universitária contra o autoritarismo. O…
(imagem reprodução) A ADunicamp sediará, no dia 11 de março, o seminário “Intelectuais, Sociedade e…