Políticas públicas de incentivo à educação e diretores democráticos e competentes mudam a realidade escolar e do ensino público do país.
Atualmente, um diretor autoritário e com pouca qualificação pode ficar por 20 anos em uma escola. Isso é um desastre para a educação e por várias gerações e é o que acontece atualmente com a carreira de diretor. As políticas públicas deveriam permitir o revezamento de dirigentes de ensino, pelo menos na base, nas escolas, investir em conhecer a fundo os exemplos de políticas municipais e de escolas com diretores e professores que conseguem um bom desempenho na educação.
A partir dessas experiências, promover a qualificação de diretores, no sentido de melhorar a gestão pedagógica, e dos professores, no aperfeiçoamento da didática. Seja com cursos, pesquisas, programas, vivências etc.
É preciso dar suporte para a transformação da qualidade de gestores e professores, diferente do que acontece no estado de São Paulo em que o professor é jogado em uma escola sucateada de uma sociedade violenta e desigual. A política do governo de São Paulo é individualista e parte da autossuficiência do professor para resolver problemas que às vezes não são nem conscientes. Isso sem contar as propostas de fechamento de escolas de manutenção de 40 alunos por sala de aula.
A história nos ensina que o aprendizado acontece na troca de experiência, no diálogo, no debate e na oposição de ideias. (Glauco Cortez)
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